terça-feira, 7 de dezembro de 2010

"Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre." (Carlos Drummond de Andrade).

''Desejamos um ótimo fim de ano, um feliz natal e um próspero ano novo. Isso é um desejo da turma do 1º ano do ensino medio do colégio Salesiano.''

Brenda Pragana, Hugo Loureiro, Lukas Casemiro

2011 Ano internacional da floresta


A Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas)
adotou a Resolução A / RES / 61/ 93 em 20 de dezembro,
declarando 2011 como Ano Internacional das Florestas.
Atividades em apoio à data terão como foco a promoção do
manejo sustentável, a conservação e o desenvolvimento
das florestas em todo o mundo e a conscientização do papel
decisivo que as florestas desempenham no desenvolvimento
global sustentável. O Ano Internacional das Florestas auxiliará
a mobilização da comunidade mundial a se juntar e trabalhar
com governos, organizações internacionais e grupos civis
para assegurar que as florestas sejam manejadas de modo
sustentável para as gerações atual e futuras.

Cientistas avançam na vacina contra a AIDS

Noticia do dia 04 Outubro 2010
Uma forma de desenvolver uma vacina contra a AIDS - doença que ainda não tem cura e afeta cerca de 33 milhões de pessoas em todo o mundo - é "ensinar" o sistema imunológico a reconhecer certas estruturas de proteínas na superfície do vírus HIV e a produzir anticorpos para se combinar a essas estruturas, neutralizando o vírus.

A dificuldade, segundo os cientistas, é que, para isso, é preciso a remoção de parte da superfície do HIV, o que faz com que os anticorpos deixem de reconhecer suas estruturas ou de ligar-se a elas. Entretanto, esse problema parece estar começando a ser resolvido por uma equipe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.

Em artigo publicado nesta semana no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores relatam a descoberta de uma forma de extrair uma porção da superfície do HIV que pode ser reconhecida pelos anticorpos - conhecida como epítopo - a partir de estruturas de proteínas especiais desenvolvidas em computador. Os cientistas acreditam que, quando o epítopo é injetado em um animal - e, eventualmente, em um humano - ele pode ser reconhecido pelo sistema imunológico, que, consequentemente, desenvolveria anticorpos para atacar o vírus.

Os pesquisadores aplicaram essa técnica em laboratório, usando um epítopo que muda de forma na superfície do HIV. E observaram que os roedores que receberam o protótipo de vacina tiveram uma boa resposta do sistema imunológico, com a produção de anticorpos muito similares ao 2F5, que se liga firmemente ao epítopo do HIV, ajudando a neutralizar o vírus da AIDS.

"Esse estudo demonstra que a produção de 'proteínas de esqueleto' pode ser uma abordagem potencialmente útil no desenvolvimento de vacinas", destacaram os pesquisadores na publicação. Os especialistas ressaltam que vão continuar a refinar a técnica e aplicá-la no desenvolvimento de vacinas para o HIV/AIDS, assim como para outras doenças infecciosas.


POR LUIZA E FERNANDA

Bactéria alienígena da Nasa foi encontrada em um lago da Califónia

Para quem esperava por ETs, a decepção foi geral. Mesmo quem especulou sobre bactérias extraterrestres deve ter ficado desencantado.

A NASA acaba de anunciar os resultados de um estudo que pode ter descoberto, na Terra, uma bactéria que, para sobreviver, não depende dos elementos químicos tradicionalmente associados à vida - e isto apontaria para a possibilidade de formas de vida no espaço diferentes da vida que conhecemos na Terra.

E a vida extraterrestre?

E o que tem tudo isso a ver com a busca por sinais de vida extraterrestre?

Ora, se um elemento tóxico como o arsênio pode substituir o fósforo em uma bactéria, isso expande a busca por formas de vida fora da Terra - até agora, encontrar arsênio em um alvo promissor para a existência de vida extraterrestre poderia fazer com que os cientistas descartassem o sítio onde o elemento foi localizado, por exemplo.

E, mais importante, se há uma substituição de fosfato por arsênio, é possível que ocorram outras substituições, abrindo ainda mais o leque de possibilidades.

"A vida como nós a conhecemos exige elementos químicos específicos e exclui outros. Um dos princípios-guia da busca por vida em outros planetas é que nós devemos 'seguir os elementos'," diz Ariel Anbar, membro da equipe de astrobiologia da NASA e coautor do novo estudo. "O trabalho de Felisa nos ensina que devemos pensar melhor sobre quais elementos seguir."

Para Wolfe-Simon, nossa relação com a busca por formas de vida, em vez de se basear na tão falada "diversidade da vida", na verdade assume que toda a vida na Terra é essencialmente idêntica, sempre baseada nas "constantes da biologia, especificamente que a vida exige os seis elementos CHNOPS montados em três componentes: DNA, proteínas e lipídios."

CHNOPS são os símbolos químicos dos elementos carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre.

Uma parte do grupo já havida levantado anteriormente a hipótese de "formas estranhas" de vida aqui mesmo na Terra, que poderiam existir em uma espécie de "biosfera-sombra". Eles publicaram em Janeiro de 2009 um artigo chamado "Será que a natureza também escolheria o arsênio?"


Os experimentos feitos até agora não são definitivos e ainda deverão ser questionados por outros pesquisadores.
Céticos

O próprio grupo afirma que ainda é necessário avaliar os níveis de arsênio e fosfato usados no experimento, assim como se certificar de que o arsênio foi realmente incorporado nos mecanismos bioquímicos vitais da bactéria, como DNA, proteínas e membranas celulares.

Steven Benner, um astrobiólogo ouvido pela própria revista Science, onde a pesquisa foi publicada, afirma que a substituição do fósforo pelo arsênio "em minha opinião não ficou estabelecida neste trabalho."

Barry Rosen, da Universidade de Miami, disse que o arsênio pode estar simplesmente se concentrando nos extensos vacúolos das bactérias, e não se incorporando em sua bioquímica. Segundo ele, a prova definitiva pode vir, por exemplo, na demonstração de uma enzima funcional que contenha arsênio.

Forma alienígena de vida

Davies está mais entusiasmado, embora destaque que, apesar de tudo, a bactéria ainda é uma forma de vida da Terra.

"Este organismo tem uma capacidade dupla. Ele pode crescer tanto com fósforo quanto com arsênio. Isto o torna peculiar, mais ainda longe de ser alguma forma verdadeiramente 'alienígena' de vida, pertencente a uma outra árvore da vida, com uma origem distinta. Entretanto, a GFAJ-1 pode ser um indicador para organismos ainda mais esquisitos. O cálice sagrado será um micróbio que não contenha fósforo de jeito nenhum," disse o cientista.

Davies prevê que o novo organismo "é seguramente a ponta do icebergue, com potencial para abrir um domínio totalmente novo na microbiologia."

E, certamente, não são apenas os cientistas que se interessam pela descoberta.

"Nossa descoberta é uma lembrança de que a vida como nós a conhecemos pode ser muito mais flexível do que nós geralmente assumimos ou mesmo que podemos imaginar," afirmou Wolfe-Simon.

"Esta história não é sobre arsênio ou sobre o Lago Mono," diz ela. "Se alguma coisa aqui na Terra faz algo tão inesperado, o que poderá fazer a vida que nós ainda não conhecemos? Este é o momento de descobrir.


Por Gabriela Almeida e Vitor Coutinho

Bactéria desoberta ela NASA

Bactéria descoberta pela Nasa indica nova forma de vida

Uma pergunta há séculos desperta a curiosidade de cientistas e leigos: existe vida em outros planetas? A descoberta de uma bactéria pode ajudar a responder a essa indagação milenar.

Uma das especialidades da Agência Espacial Americana (Nasa) é procurar vida em outros planetas, até agora sem sucesso. Quando a Nasa anunciou nesta quinta-feira (2) a descoberta de uma nova forma de vida, todos começaram a imaginar algum extra terrestre.

Para decepção geral, tratava-se de uma simples bactéria encontrada em um lago da Califórnia e que substitui o fósforo, um dos componentes básicos da vida, por um veneno, o arsénio.

Os cientistas esclareceram que não é exatamente uma nova forma de vida, e sim uma adaptação a um ambiente rico em arsênio. Para todos os seres vivos, trata-se de um veneno. Mas essas bactérias, na falta de fósforo, não só se alimentam de arsênio, um elemento semelhante ao fósforo, como se utilizam dele em seu DNA.

A descoberta vai mudar os parâmetros que a Nasa segue para procurar vida fora da Terra. Até hoje, era testada a presença dos seis elementos básicos da vida: carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, enxofre e fósforo. Agora os cientistas poderão também procurar a presença por arsênio e, por que não, por outros elementos.

Essa descoberta abre as portas para o estudo de "vida estranha" na Terra, ou seja, micro-organismos com um metabolismo muito diferente do usual e que podem representar uma parcela significativa de nossa biodiversidade.

Postado por:Flávia Souza

2011 Ano Internacional Das Florestas.




Em 2010 comemoramos o Ano Internacional da Biodiversidade, que contou com diversos eventos, inclusive um deles abordado aqui no blog a COP -10 (a décima Conferência das Partes que tratou sobre a Convenção sobre a Diversidade Biológica – que como já sabemos não deu em muita coisa). Já 2011 será o Ano Internacional das Florestas.
A data e o tema são iniciativas aprovadas pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que tem como principal objetivo esclarecer para todos a importância das florestas e de seu manejo sustentável na redução da pobreza. A programação contará com atividades internacionais, coordenadas pelo Fórum de Florestas (UNFF) e organizações da ONU, além de eventos nacionais.
Segundo documento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para facilitar a realização dos objetivos deste Ano Internacional, o secretariado do “Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas”




Em 2010 comemoramos o Ano Internacional da Biodiversidade, que contou com diversos eventos, inclusive um deles abordado aqui no blog a COP -10 (a décima Conferência das Partes que tratou sobre a Convenção sobre a Diversidade Biológica – que como já sabemos não deu em muita coisa). Já 2011 será o Ano Internacional das Florestas.
A data e o tema são iniciativas aprovadas pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que tem como principal objetivo esclarecer para todos a importância das florestas e de seu manejo sustentável na redução da pobreza. A programação contará com atividades internacionais, coordenadas pelo Fórum de Florestas (UNFF) e organizações da ONU, além de eventos nacionais.
Segundo documento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para facilitar a realização dos objetivos deste Ano Internacional, o secretariado do “Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas”




Panorama dos biomas brasileiro
O Brasil, possuidor de grande parte de florestas do mundo, conta com biomas como: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa, sendo a Amazônia, o de maior extensão, o Pantanal, de menos que juntos ocupam mais de metade do Brasil: o Bioma Amazônia, com 49,29%, e o Bioma Pantanal, com 1,76% do território brasileiro. (Dados do Mapa de Biomas do Brasil – IBGE, 2004)


ComemoraçõesNa Alemanha, o Ano das Florestas 2011 será organizado por autoridades florestais federais e estaduais, e pelo Ministério da Alimentação, Agricultura e Defesa do Consumidor (BMELV). Já em Portugal a comemoração será coordenada pelo Secretário de Estado das Florestas, Rui Barreiro. No Brasil ainda não saiu um calendário com a comemoração.
A Convenção de Ramsar ou Convenção das Terras Húmidas é um tratado intergovernamental cuja missão é a conservação e uso correcto das terras úmidas através da acção nacional e cooperação internacional como meio de se alcançar o desenvolvimento sustentável em todo mundo.

paula Abrantes.















Em 2010 comemoramos o Ano Internacional da Biodiversidade, que contou com diversos eventos, inclusive um deles abordado aqui no blog a COP -10 (a décima Conferência das Partes que tratou sobre a Convenção sobre a Diversidade Biológica – que como já sabemos não deu em muita coisa). Já 2011 será o Ano Internacional das Florestas.

A data e o tema são iniciativas aprovadas pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que tem como principal objetivo esclarecer para todos a importância das florestas e de seu manejo sustentável na redução da pobreza. A programação contará com atividades internacionais, coordenadas pelo Fórum de Florestas (UNFF) e organizações da ONU, além de eventos nacionais.

Segundo documento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para facilitar a realização dos objetivos deste Ano Internacional, o secretariado do “Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas” propõe as seguintes atividades difusoras:

1.Logotipo do Ano Internacional das Florestas – 2011: O logotipo oficial foi idealizado por designers gráficos e desenvolvido em colaboração com o Departamento de Informação Pública da Secretaria Geral. Recebeu aprovação do Conselho de Publicações das Nações Unidas, tendo sido apresentado publicamente em todos os idiomas oficiais da Organização. Tem como tema “Florestas para o povo“, exaltando o papel das pessoas na gestão, conservação e exploração sustentável das florestas do mundo.

2. Site do Ano Internacional das Florestas – 2011: O site fornecerá uma plataforma on-line a todas as informações relativas ao Ano.

3. Porta-vozes ou mensageiros das florestas: Pessoas que ocupem lugares de liderança nas comunidades foram selecionadas para atrair a atenção da mídia, dando maior visibilidade à causa das florestas, sensibilizando para aumentar o apoio da população a essa causa.

4. Coleção de selos sobre o Ano Internacional das Florestas – 2011: Foi desenvolvida uma coleção de selos comemorativos para colaborar com a “Secretaria do Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas”. Esta coleção será apresentada na inauguração oficial do Ano Internacional das Florestas, nos dias 2 e 3 de fevereiro de 2011, em Nova Iorque.

5. Concursos Artísticos, Cinematográficos e de Fotografia: Organização de eventos on-line para homenagear aqueles que expressem através das artes plásticas, fotografias, filmes e curtas-metragens a idéia de que as florestas são para o povo.

6. Anúncios de interesse público e curta-metragens promocionais: Existe a produção de um curta-metragem e alguns anúncios de interesse público que serão distribuídos em todo o mundo em diversos idiomas, a serem transmitidos pela televisão e outras mídias, incluindo espetáculos teatrais gratuitos em que se possa transmitir idéias e fomentar ações em prol das florestas.


7. Diversidade biológica das florestas: Em colaboração com a “Secretaria da Convenção sobre a Diversidade Biológica” estuda os âmbitos em que possa haver sinergia entre o Ano Internacional da Biodiversidade, 2010 e Ano Internacional das Florestas – 2011. Entre as atividades se incluiu a organização de um “ato de ligação dos Anos” que fará parte da cerimônia de encerramento do Ano Internacional da Biodiversidade, que será realizada em dezembro de 2010, no Japão.

8. Zonas Úmidas e Florestas: A Convenção de Ramsar[1] escolheu o lema “Os pântanos e florestas” Dia Mundial das Zonas Úmidas para 2011 em homenagem ao Ano Internacional das Florestas. “A Secretaria do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas” colabora atualmente com a “Secretaria da Convenção Ramsar” para a produção de um documento sobre as zonas úmidas e florestas para o Dia Mundial das Zonas Úmidas 2011.

Panorama dos biomas brasileiro

O Brasil, possuidor de grande parte de florestas do mundo, conta com biomas como: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa, sendo a Amazônia, o de maior extensão, o Pantanal, de menos que juntos ocupam mais de metade do Brasil: o Bioma Amazônia, com 49,29%, e o Bioma Pantanal, com 1,76% do território brasileiro. (Dados do Mapa de Biomas do Brasil – IBGE, 2004)
Tornado em Uberlândia(Minas Gerais)



O domingo foi de muito calor, muita chuva e até tornado. O calorão todo vai continuar em boa parte do Brasil. Teve tornado em Minas Gerais. Eles são mesmo mais comuns nessa época, de grandes variações de temperatura e pressão.
O tornado se formou em Uberlândia. A imagem gravada por um cinegrafista amador é impressionante. Em Minas Gerais há uma grande área de turbulência na atmosfera, o que favorece a formação de tornados.
A chuva também castigou Belo Horizonte. Carros foram arrastados pela enxurrada. Às 2h começou a chover de novo na capital mineira e não parou pela manhã desta segunda-feira (6).
No Rio de Janeiro, a chuva forte de domingo (6) alagou ruas nas zonas Sul e Norte, no Centro e na Baixada Fluminense. A Ponte Rio-Niterói ficou congestionada.
Ainda tem alerta de chuva forte hoje para quase todas as regiões, principalmente para Minas Gerais. Nuvens carregadas se concentram entre o Centro-Oeste e o Sudeste. Hoje há previsão de temporais entre Goiás e Minas Gerais.
O sol aparece, mas pode chover bastante no Rio de Janeiro, em parte de São Paulo e em Mato Grosso. Chuva com trovoadas atingem os estados do Norte.
No Sul, a chuva vem à tarde. Tempo seco em parte do Rio Grande do Sul; do Espírito Santo; Mato Grosso do Sul e também do Rio Grande do Norte ao Ceará.


Por: Charles Souza e Bruna Gondim

" Bactéria ET"

A descoberta de bactérias que vivem no arsênico, divulgada nesta quinta-feira (2) muda a forma como os cientistas definem os elementos que compõe a vida na Terra, de acordo com a Nasa (agência espacial dos EUA). Ed Weiler, diretor de missões científicas do órgão, diz que "a definição de vida foi expandida".
Nas fotografias mostradas pela pesquisadora, as bactérias, chamadas GFAJ-1, têm o aspecto de feijões brancos. Elas foram encontradas no Lago Mono, na Califórnia.

A descoberta reforça nossa motivação para pensar de forma tão ampla quanto possível sobre os tipos de ambientes que são adequados para a vida.

A descoberta não vai mudar o tipo de exoplanetas que estamos procurando na busca por vida em outros mundos; a este respeito, estamos limitados pela tecnologia e pelo número de estrelas próximas.

A descoberta apóia a noção de que a vida nos exoplanetas poderia ser muito diferente da vida na Terra. Não estamos preocupados do que é feita a vida nos exoplanetas, apenas o que essa vida faz e quais bioassinaturas ela gera.

Ainda que o arsênio não seja um gás tido como uma bioassinatura, a descoberta é uma clara advertência de que é provável haver gases não reconhecidos como bioassinaturas, e precisamos começar a trabalhar para identificá-los.




Por: Jéssica Dantas e Roberta Bonturi
Cóe leks bolados Obrigado por tudo que voces me proporcionaram este ano de minha life muito obrigado por tudo msm de verdade legal msm neh



THIAGO LAMEGO FONTANA