terça-feira, 22 de junho de 2010

Populações ecológicas


Ao fazermos referência a populações, devemos ter em conta características pertencentes à população no seu todo e outras que são atributos dos indivíduos da população.
Cada população pode caracterizar-se pelas suas dimensões, densidade e modo de distribuição. Muitas vezes o conhecimento destas grandezas é difícil de obter, muitas vezes devido ao facto das populações serem naturais. Po isso há muitas ilações que são tiradas com base em populações criadas em laboratório ou observadas em condições ambientais mais ou menos controladas.
Entende-se por densidade populacional bruta como o número de indivíduos dessa população, existentes, numa unidade de espaço e em determinado momento. Por exemplo, 5 milhões de algas por m3 de água.
Se N representar o número de indivíduos e V ou S o espaço onde vivem, a densidade (δ) populacional será dada por N/S ou N/V.
Geralmente prefere-se considerar a biomassa em vez do número de indivíduos, quando as dimensões destes são muito heterogéneas, como acontece com certas populações de peixes ou árvores.
Existem certas metodologias para determinar a densidade:
- contagens totais, quando os organismos são grandes.
- amostragens representativas de uma população.
- marcação e recaptura – os animais são capturados, marcados e depois libertos. A percentagem de animais marcados e depois recapturados pode permitir fazer uma estimativa da população total.
- métodos indirectos envolvendo vestígios deixados pelos indivíduos da espécie: caça, pesca, armadilhas, alimentação ou consumo de oxigénio.
As relações presa-predador representam um mecanismo controlador da retroacção. O aumento de presas permite o aumento de predadores que fazem diminuir o número de presas, e esta diminuição provoca a diminuição do número de predadores e assim sucessivamente. O número total de indivíduos tende, pois, a oscilar em torno de valores médios.
Tal como as relações presa-predador, também os factores limitantes, as dimensões dos indivíduos, o nível trófico a que pertencem são, entre outros, alguns dos factores que controlam a densidade de uma população.
Como por vezes, as áreas de distribuição são muito grandes e irregulares, em vez de densidade utiliza-se ou referencial, o chamado índice de abundância relativa, que pode significar um pequeno intervalo de tempo como, por exemplo, o número de aves vistas numa hora.

Por : Camile Isabelle e Caroline Arruda


Ecovilas - Sistema de Vida Alternativo


Ecovila é um modelo de assentamento humano sustentável. São comunidades urbanas ou rurais de pessoas que tem a intenção de integrar uma vida social harmônica a um estilo de vida sustentável. Para alcançar este objetivo, as ecovilas incluem em sua organização muitas práticas como:
Produção local e orgânica de alimentos;
Utilização de sistemas de
energias renováveis;
Utilização de material de baixo impacto ambiental nas construções (bioconstrução ou
Arquitetura sustentável);
Criação de esquemas de apoio social e familiar;
Diversidade cultural e espiritual;
Governança circular e empoderamento mutuo, incluindo experiência com novos processos de tomada de decisão e
consenso;
Economia solidária, cooperativismo e rede de trocas;
Educação transdisciplinar e holística;
Sistema de Saúde integral e preventivo;
Preservação e manejo de ecossistemas locais;
Comunicação e ativismo global e local.
Ao longo de milhares de anos a humanidade viveu em comunidades sustentáveis, em contato íntimo com a natureza, desenvolvendo uma gigantesca diversidade cultural, onde em geral imperava uma estrutura social de apoio mútuo e cooperação. O evento da sociedade
patriarcal e guerreira é bastante recente (16.000 anos) [1], mas tem causado um grande impacto no planeta. Enquanto isso as sociedades tradicionais lutam por sobreviver.
Neste contexto as ecovilas surgem como modelos alternativos ao padrão insustentável das sociedades modernas, incorporando os antigos conhecimentos com a moderna ciência e filosofia. De acordo com um número crescente de cientistas, teremos que aprender a viver de forma sustentável, se quisermos sobreviver como espécie. Os modelos de sustentabilidade desenvolvidos ao longo de mais de 40 anos pelas milhares de ecovilas ao redor do mundo formam um grande banco de dados de soluções aos atuais problemas da humanidade e fonte de riquíssimas experiências que podem ajudar a reconectar as pessoas à Terra numa forma que permita o bem estar de todas as formas de vida e futuras gerações.
Os defensores das ecovilas afirmam que o ser humano é capaz de criar uma vida cheia de amor e sentido. E essa seria a parte central numa ecovila, sua vida social, cultural e espiritual. Segundo eles, os seres humanos são seres sociais e amorosos por natureza, apesar de a cultura ocidental moderna valorizar em excesso o indivilualismo, a competição, a violência, o poder, o controle, a desconfiança e a apropriação. Reconectar os seres humanos a sua natureza significaria barrar estes valores, limpando esta carga cultural, e colocando a cooperação, o amor, o respeito, a transparência, a solidariedade e a confiança novamente no centro de suas vidas.
Por : Vitor Coutinho
Canibalismo
Canibalismo é um tipo de relação ecológica em que certas espécies de animais se alimentam de indivíduos da mesma espécie. Segundo alguns investigadores, essa prática terá resultado da evolução das espécies, com o objetivo de eliminar os indivíduos menos aptos, por exemplo, provenientes de uma ninhada em que alguns filhotes saem dos ovos defeituosos ou imaturos.
Exemplos frequentes são o consumo dos machos de alguns insetos e aracnídeos pelas fêmeas, depois da cópula. Alguns estudiosos acreditam que esta prática aumenta as probabilidades da fêmea ter uma prole forte, por ter ingerido as proteínas do macho, apesar destas espécies se alimentarem habitualmente de outros animais. Além disso, são citados vários casos de espécies em que o macho desenvolveu estratégias para escapar ao suposto canibalismo da fêmea.
No caso do canibalismo entre seres humanos, a prática é denominada antropofagia. No entanto, alguns casos recentes que podem considerar-se criminosos (ou relacionados a transtorno mental grave), são noticiados amplamente, tanto nos mídia, como na internet, como casos de canibalismo. Para além dos casos macabros, ligados a antigos rituais religiosos, ou a casos recentes, existe ainda um caso amplamente noticiado sobre os sobreviventes de um desastre de avião que supostamente terão cometido canibalismo por uma questão de sobrevivência.



por: Lucas Casemiro

O que é erosão?



O que é erosão?


A erosão é um processo que faz com que as partículas do solo sejam desprendidas e transportadas pela água, vento ou pelas atividades do homem. A erosão faz com que apareçam no terreno atingido; sulcos, que são pequenos canais com profundidade de até 10 cm, ravinas, que tem profundidade de até 50 cm ou voçorocas que possuem mais de 50 cm de profundidade. O controle da erosão é fundamental para a preservação do meio ambiente, pois o processo erosivo faz com que o solo perca suas propriedades nutritivas, impossibilitando o crescimento de vegetação no terreno atingido e causando sério desequilíbrio ecológico.


Impacto ambiental


A erosão do solo é um dos graves problemas causados pelo desmatamento intensivo para a abertura de novas áreas de plantio, principalmente para a soja.


Neste caso, as principais causas da erosão são os desmatamentos de encostas e margens de rios, as queimadas e o uso inadequado de maquinários e implementos agrícolas, que aceleram o processo erosivo.

Flávia

Ciclo do Oxigênio

Ciclo do Oxigênio

O oxigênio é o elemento mais abundante em massa na crosta terrestre e nos oceanos, e o segundo na atmosfera.
Na atmosfera encontra-se como oxigênio diatómico/oxigênio molecular (O2), dióxido de carbono (CO2), ozono (O3), dióxido de nitrogênio (NO2), monóxido de nitrogênio (NO), dióxido de enxofre (SO2), etc.
O ciclo do oxigênio descreve o movimento do oxigênio entre os seus três reservatórios principais: a atmosfera (os gases que rodeiam a superfície da terra), a biosfera (os organismos vivos e o seu ambiente próximo) e a litosfera (a parte sólida exterior da terra).
Este ciclo é mantido por processos geológicos, físicos, hidrológicos e biológicos, que movem diferentes elementos de um depósito a outro.
O oxigênio molecular (O2) representa 20% da atmosfera terrestre. Este oxigênio satisfaz as necessidades de todos os organismos terrestres que o respiram no seu metabolismo.
O principal factor na produção de oxigénio é a fotossíntese, que é responsável pela moderna atmosfera terrestre e pela vida, tal como a conhecemos.


Por: Charles Souza

Incêndio no morro dos cabritos causado por balão




A poluição atmosférica refere-se às alterações da atmosfera susceptíveis de causar impacto a nível ambiental ou de saúde humana, através da contaminação por gases, partículas sólidas, liquidas em suspensão, material biológico ou energia. A adição dos contaminantes pode provocar danos directamente na saúde humana ou no ecossistema, podendo estes danos ser causados por elementos resultantes dos contaminantes. Para além de prejudicar a saúde, pode igualmente reduzir a visibilidade, diminuir a intensidade da luz ou provocar odores desagradáveis.

Por: Christian M. Lentini

Bioética

Bioética é o estudo transdiciplinar entre biologia, medicina, filosofia e biodireito que investiga as condições necessárias para uma administração responsável da vida humana, animal e responsabilidade ambiental. Considera, portanto, questões onde não existe consenso moral como a fertilização in vitro, o aborto, a clonagem, a eutanásia, os transgênicos e as pesquisas com células tronco, bem como a responsabilidade moral de cientistas em suas pesquisas e suas aplicações.

Por Gabriela Almeida

Efeito estufa



O efeito estufa ou efeitos das estufas é um processo que ocorre quando uma parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir. Serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida.
Nome:Lucas Ribeiro Cuervo

domingo, 20 de junho de 2010

Líquens


Os liquens são associações simbióticas de mutualismo entre fungos e algas. Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%), sendo o restante, basidiomicetos. As algas envolvidas nesta associação são as clorofíceas e cianobactérias. Os fungos desta associação recebem o nome de micobionte e a alga, fotobionte, pois é o organismo fotossintetizante da associação.A natureza dupla do liquen é facilmente demonstrada através do cultivo separado de seus componentes. Na associação, os fungos tomam formas diferentes daquelas que tinha quando isolados, grande parte do corpo do liquen é formado pelo fungo.
Os liquens produzem ácidos que degradam rochas e ajudam na formação do solo, tornando-se organismos pioneiros em diversos ambientes. Esses ácidos também possuem ação citotóxica e antibiótica.Quando a associação é com uma cianobactéria, os liquens são fixadores de nitrogênio, sendo importantes fontes de nitrogênio para o solo.Os liquens são extremamente sensíveis à poluição, sobrevivendo de bioindicadores de poluição, podendo indicar a qualidade do ar e até quantidade de metais pesados em áreas industriais.Algumas espécies são comestíveis, servindo de alimento para muitos animais.
Por: Jéssica Dantas